sexta-feira, 25 de abril de 2008

QUAM ME FEZ PECAR ? - Tiago 1.13-16





Este artigo foi extraído do site http://www.palavraefamilia.org.br/, de autoria do Pr. David J. Merckh, que é o coordenador de mestrado do Seminário Bíblico Palavra da Vida. Merckh têm sido um exemplo a ser seguido por mim, na área de vida espiritual e fidelidade das Escrituras. É autor de vários livros com foco familiar e relacionamentos conjugais, dos quais destaco a coleção Estabelecendo Alicerces, Erguendo Paredes, Mobiliando a Casa e Enfrentando Tempestades. Temos usado esse material em nosso ministério na igreja local e recomendo, pois temos obtido resultados positivos dentro das famílias de nossa igreja. Leia o artigo e reflita. Se quiser opnar sobre o artigo, envie seu comentário para nosso email missaosemear@netsite.com.br


ARTIGO


Pr. David J. Merkh (revisão por Adeildo Luciano da Conceição)

Quando André aceitou assumir a diretoria daquela escola publica já sabia que teria muito trabalho pela frente. Aquela escola era muito conhecida pela indisciplina dos alunos, mas, ele estava disposto a mudar esta situação. Então ele começou seu trabalho chamando os alunos a sua sala.
- Pedro, perguntou o diretor, por que você roubou os biscoitos de seu amigo?
- Sabe o que é, disse Pedro, é que meus pais discutiram quando eu tinha seis anos de idade e hoje eu não consigo parar de comer. E depois eu iria pagar pelos biscoitos
... André ficou surpreendido com aquela resposta, mas era apenas o começo. Veja o que disseram outros alunos:
- Beatriz, por que você falta às aulas de educação física?
- É porque eu tenho um defeito genético que me faz detestar educação física.
- Patrícia, por que você não faz sua lição de casa?
- Porque minha mãe não me dá chocolate. O senhor tem que dizer para ela que se ela não me der chocolate eu não vou fazer a lição mesmo, e vou ser burra pelo resto da vida. Será que ela não entende?
- Paulo, por que você não assiste às aulas de geografia?
- Porque eu tenho trauma de geografia.André ficou impressionado com a capacidade daqueles alunos de justificarem seu mau comportamento.
Vivemos em dias de vitimização, em que o homem faz de tudo para não assumir a culpa pelo seu pecado. Incrível o que faríamos, as desculpas que inventaríamos, para não admitir que somos ruins, pecadores eculpados.
Quem me faz pecar? Certamento não pode ser minha a culpa. Tem que haver alguém que posso culpar.Mas como vamos descobrir, reconhecer que a fonte do pecado está dentro em mim, e não fora, é um dos primeiros sinais de alguém que tem uma fé viva. De fato, é condição ou pré-requisito para uma fé verdadeira, pois sem esse reconhecimento ninguém se salva!
O verdadeiro crente por definição vive a sua fé no nível do coração., Esse é um dos problemas com muito evangelismo dos nossos dias. Tentamos salvar pessoas que não sabem que estão perdidas! Oferecemos Jesus como se fosse mais uma opção de auto-ajuda, ou talvez uma amuleta para trazer prosperidade e boa sorte, e não a única esperança de pessoas desesperadas, em perigo de eterna condenação no inferno. Mas ninguém vai querer ser achado quando não sabe que está perdido. Ninguém se salva quando não sabe que está condenado.
O autor bíblico, Tiago, já 2000 anos atrás, antecipava essa tendência do coração humano de culpar a todos menos a si mesmo pelo pecado. Pior é que, quando culpamos aos outros, estamos de fato culpando o próprio Deus pelo nosso pecado.
Olhando para o texto de Tiago 1.13-16 percebemos como ele lidava com esta tendência do coração humano. Primeiro ele deixou uma clara proibição de não jogar a culpa pelo pecado em outros, principalmente Deus e, segundo, ele explicou que a raíz de todo pecado não está nos outros, mas, sim, em mim mesmo.


I. A Proibição: Não Culpar a Deus pelo meu Pecado 1.13)
Alguns leitores de Tiago estavam culpando a Deus por uma provação que levava ao pecado. Como alguns hoje não pagam seus impostos e se justificam dizendo: “Se eu pagar tais impostos minha empresa não vai sobreviver”, muitos ali se justificavam com desculpas semelhantes.Mas essas justificativas pelo pecado, em efeito, culpavam o próprio Deus que prometeu Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel, e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar (1 Co 10:13).
Afirmar que outros são responsáveis pelo meu pecado é o caminho mais fácil e mais popular de escaparmos responsabilidade pessoal. A palavra “tentação” constroi uma ponte entre esse parágrafo e o anterior. É a mesma palavra traduzida “provação” e “tentação”. A idéia é de uma situação difícil que provoca uma resposta. Mas tudo depende de quem origina a situação. Quando Deus nos coloca numa situação de provação, sempre é para nos aprovar, mostrar genuína nossa fé. Quando o Inimigo explora desta mesma situação, é para nos derrubar, desqualificar e, acima de tudo, para sujar o nome do nosso Deus. Quando provados, podemos dizer que somos testados por Deus, para revelar Seu Filho em nós. Mas nunca, nunca, podemos dizer que Deus é responsável direta ou indiretamente por nos colocar numa situação que nos provoca a pecar.
Talvez você esteja pensando, “Mas eu nunca iria culpar a Deus pelo meu pecado.” Mas pense de novo. Somos experts em racionalização e justificação do nosso pecado. Temos “n” maneiras de passar a culpa pelo nosso próprio a outros e, na última análise, no próprio Senhor.
A expressão Deus não pode ser tentado pelo mal indica que não há nada em Deus que corresponda à tentação. Não há nada em Deus que possa ser seduzido a fazer o mal. É como alguém que tenta agarrar com suas mãos a neblina da manhã: sua tentativa será tola e inútil.
Uma vez que Deus não é seduzido pelo mal e nada há nele de mal, Ele não é a fonte nem o responsável, direta ou indiretamente, pelo meu pecado. Seria totalmente incoerente para Deus tentar incitar alguém ao mal, visto que Ele é tão distante do pecado que não podia nem encarar seu próprio Filho na cruz do Calvário.
Gostaria que você me acompanhasse por um pequeno tour, primeiro pelo mundo, depois pelas Escrituras, para descobrir como o homem atual não é muito diferente do que o homem antigo em termos do desvio da culpa.
O Mundo Atual Como culpamos a Deus e outros pelo nosso pecado? Uma variedade de respostas, que refletem a degradação dos nossos tempos, são encontradas. Boa parte das tentativas científicas, filosóficas, teológicas e psicológicas dos nossos dias tem como propósito isentar o homem da culpa e transferí-la para outros!


CIÊNCIA


Evolução—o homem é produto de tempo + chance ou “acaso”. Um mesclar de átomos formando, por acaso, moléculas, um conglomerado a-moral que, graças à sorte, formaram um ser inteligente. Então, não sou eu culpado pelo “pecado” (se tal existe) mas sim, o conjunto de elementos e qúimicas que compõem o “Eu”


Medicina—o homem está “doente”, mas não culpado. Ele sofre da doença de alcoolismo, mas não pode ser chamado um “alcoólatra” ou bêbedo (hoje, usa-se o novo termo, “acoolista” para dar a idéia de que ele é vítima do álcool, não um adorador dele.) Pessoas que abusam da comida tem transtornos alimentares quando de fato são bolímicas ou glutonas.
Genética—o homem é produto de DNA, genes e cromossomos e é programado por eles para ser o que é.


PSICOLOGIA


Behaviorismo—o homem é produto do seu ambiente. Ele é um animal, que quando condicionado pelo mal, mau se tornará, mas quando condicionado pelo bem, será bom. Culpado é o ambiente.


Auto-estima—a raiz de todos os males é que não me amo o suficiente . . . por isso, fico desanimado, bebo demais, fofoco, minto, etc. Culpado são os que me oprimiram.
Trauma e Regressão à Infância— Os verdadeiros culpados são meus pais e Deus.


Vitimização—não sou membro de uma família conturbada pelo pecado, mas uma família disfuncional.


Psicánálise—sou dirigido por instintos básicos que, quando remprimidos, me levam a extrapolar meus desejos. Complexos sexuais causados pelos pais, pela sociedade, pelo id, ego ou contra-ego, mas certamente não pela minha natureza pecaminosa. Culpada é a sociedade, a religião e o instinto básico.


TEOLOGIA / FILOSOFIA


Pós-modernismo. O mundo atual evoluiu para uma filosofia/teologia de pós-modernismo. O que enfrentamos hoje quando fazemos a pergunta, “Quem é responsável pelo meu pecado?” é “O que é pecado?” O pecado se tornou relativo. (Pós modernismo não é tão pós-moderno assim . . . quase 4000 anos atrás na época dos juízes havia muitos pós-modernistas: “Cada um faz o que era reto aos seus próprios olhos.” No mundo hoje, não existe absolutos. Ninguém tem o direito de dizer “Isso é errado” ou “aquilo é pecado”. Se não existe um absoluto, estou livre do pecado, pois afinal, não existe pecado quando não há lei. Eu sou minha própria lei. Por isso listamos pós-modernismo como resposta “teológica” à questão da culpa e do pecado.


Batalha espiritual—Mas existem outras tentativas mais sutis de minimizar o pecado, mais “espirituais”. O que se vê em muitas igrejas hoje é uma ênfase em batalha espiritual que tem praticamente o mesmo efeito de isentar o indivíduo do seu pecado. Em algumas formas de batalha espiritual os demônios é que são responsáveis pelo pecado do homem. Alguns movimentos chegam a dar nomes para esses demônios que não encontramos de forma alguma na Bíblia. O efeito é que, de forma sutil, culpamos a outros e não a nós mesmos pelo pecado: Tenho o demônio de depressão . . . de ira . . . de fornicação . . . de espancamento . . . de sonegação . . . de mentira . . . É muito cômodo, então, fazer um exorcismo, algum rito religioso, para me livrar do “demônio” e também da culpa. Mas enquanto não tratamos da raíz, esses “demônios” voltam..


Maldição de família—Uma outra forma “religiosa” de me justificar e isentar da culpa é pela doutrina da “maldição de família”. Não sou eu o responsável pelo pecado, pois tenho fantasmas pairando sobre meu passado; ancestrais que são responsáveis pelo que sou. Precisoregressar, renunciar, decretar para me livrar dessa maldição que me força a pecar. Mas de novo, não sou eu mas outros (e na última análise, o próprio Deus que me colocou nessa família) que são responsáveis pelo meu pecado.


Cura Interior—Certamente há necessidade de cura interior para todos nós. O pecado tem deixado circatrizes em nossos corações. Mas alguns movimentos promovem técnicas espetaculares, emocionais e/ou psicológicas para lidar com o pecado sem perseguir o problema até a raíz—o coração humano e a natureza humana. Somos vítimas, muitas vezes, sim; mas também somos responsáveis diante de Deus pelas nossas reações pecaminosas ao pecado. Ao invés de culpar aos outros (alguns movimentos até chegam ao ponto de “perdoar a Deus”, devemos confessar nosso pecado. Em vez de culpar os pais, irmão, patrões, vizinhos, devemos perdoá-los e nos arrepender dos nossos pecados. Não negamos a influência e o impacto que o pecado de outros têm, que existem feridas profundas, circatrizes e verdadeiras vítimas do pecado. Mas não podemos culpar essas circunstância pelo nosso pecado! De uma forma ou outra, todas essas respostas, todas essas tentativas, representam maneiras de nós culparmos o próprio Deus pelo nosso pecado. Afinal de contas, é como que disséssemos que foi Ele que nos colocou naquela família, foi Ele que permitiu que nossos ancestrais fossem assim, foi Ele que não impediu que os demônios nos atacassem, foi Ele que permitiu que perdéssemos nosso emprego, foi Ele que enviou aquela mulher para trabalhar na minha firma, foi Ele que. . . Será que eu e você caímos no mesmo erro que Tiago adverte? Culpar aos outros, e especialmente a Deus, é marca de quem não está permitindo que a vida de Jesus seja vivida nele.


II. A Explicação: Eu Sou Responsável pelo meu Próprio Pecado (14-15) Onde não há culpa pessoal, não há graça individual. Para alguém ser salvo, tem que ficar perdido. Tentamos salvar algumas pessoas mostrando todos os benefícios sem primeiro mostrar que são perdidas. Tiago mostra como eu sou o principal responsável pelo meu próprio pecado. O verdadeiro cristão, para se tornar cristão, tem que reconhecer esse fato. O primeiro ponto do Evangelho é: Eu sou pecador! Essa mensagem não é muito popular em nossos dias. Preferimos falar em erros, falhas, defeitinhos, mas não em pecado como ofensa contra um Deus santo. Tiago usa uma analogia apropriada de pecado sexual para descrever o processo mortífero que leva ao pecado:
Cobiça: Atrai, Seduz, Concebe.

Dá à luz: pecado e Morte


AS ESCRITURAS


Culpar outros pelo meu pecado tem uma longa história nas Escrituras. Veja:


1. Adão e Eva (Gn 3:12-) Quando Deus confrontou Adão ele transferiu sua culpa para outro dizendo que a culpa não era dele, mas sim da mulher. Aliás, disse Adão, foi a mulher que Tu me deste; ou seja, no final das contas a culpa era de Deus que lhe tinha dado aquela mulher. E, afinal, por que Deus tinha de criar a serpente? Mais uma razão pela qual ele não era culpado e sim Deus, até a serpente que o enganou existia pela vontade de Deus.


2. Arão (Ex 32:24) Moisés teve de confrontar seu irmão por Ter levado o povo à idolatria. Mas este também transferiu sua culpa para outro. “Olha Moisés, visto que você sumiu e não voltava, e o povo precisava de uma direção espiritual dadas as desfavoráveis circunstâncias, não tive escolha a não ser fazer este bezerro de ouro”.


3. Saul (1 Sm 13:12) Samuel ficou extremamente triste quando viu que Saul havia oficiado o sacrifício que era de sua responsabilidade. Confrontado, Saul não admitiu sua desobediência, apenas disse que o fez por causa das circunstâncias tão urgentes. Vemos, portanto, que o homem de hoje não é diferente do homem do passado. Haverá, então, algum remédio para isto? O caminho da graça começa quando reconhecemos a nossa culpa! Pv 28:13 diz: O que encobre as suas transgressões, jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia. (Sl 32:1-5) 1 Jo 1:9 diz que se confessarmos os nossos pecados Deus é fiel para nos perdoar. Esse é um caminho confiável, tanto para aquele que nunca abraçou Jesus como seu Salvador, quanto para aquele que já conhece Jesus mas é tentado a se desculpar pelo pecado. Confissão significa concordar com Deus sobre o meu pecado. Os pecados devem ser identificados pelos seus nomes e confessados. É chegar diante dele e dizer: Senhor, pequei contra ti porque tenho mágoas em meu coração e tua Palavra diz que isto é pecado. Perdoa-me. A obra de Cristo na cruz, morrendo no nosso lugar, pagando o preço de toda a sujeira que já cometemos, é suficiente para livrar da condenação eterna todos que depositam sua confiança unica e exclusivamente nEle. Sua ressurreição garante que todos os nossos pecados foram perdoados. Não há necessidade para os alunos da escola do Diretor André, muito menos nós, justificarmos nosso pecado. O caminho da graça começa quando reconhecemos a nossa culpa, e corremos até o perdão oferecido por Cristo Jesus.


Espero que a leitura desse artigo tenha contribuído um pouco mais para sua vida cristã.


Um abraço,

Missão Evangélica SEMEAR

Douglas Sborowski

quinta-feira, 24 de abril de 2008

PROBLEMAS COM A TECNOLOGIA

Aos queridos que nos acompanham no blog, estamos com problemas de conexão em nossa residência, local onde trabalhamos com a missão. Por isso não temos postado nada de novo. Creio que em breve, uma semana aproximadamente, tudo esteja resolvido. Mesmo assim não nos deixe de acompanhar e ver nossa agenda ministerial. Continuem orando por nós.
Forte abraço,
Douglas Sborowswki e família

domingo, 9 de março de 2008

MATANDO O "EU"


Quando você fica esquecido, negligenciado ou deliberadamente lançado no ostracismo e fica ferido e magoado com o insulto do desprezo, mas seu coração está feliz, por ser digno de sofrer por Cristo, isso é morrer para o "eu". Quando falam mal da sua bondade, quando seus desejos sofrem oposição, seus conselhos são desrespeitados, suas opiniões são ridicularizadas e você se recusa a permitir que a raiva cresça em seu coração, ou até a defender a si próprio, mas suporta tudo em silêncio paciente, ou até a defender a si próprio, mas suporta tudo em silêncio paciente, isso é morrer para o "eu". Quando você, com amor e longanimidade suporta qualquer desordem, qualquer irregularidade ou qualquer dissabor, quando você pode encarar o desperdício, a insesatez, a extravagância, a insensibilidade espiritual e suporta o que Jesus suportou - isso é morrer para o "eu". Quando você se contenta com qualquer alimento, qualquer oferta, qualquer vestimenta, qualquer clima, qualquer sociedade, qualquer atitude, qualquer interrupção ocasionada pela vontade de Deus, isso é morrer para o "eu". Quando você jamais se refere a si próprio em qualquer conversa, não fica lembrando de suas boas obras, e nem fica à espera de elogios, quando você realmente aprecia o desconhecido, isso é morrer para o "eu". Quando vê seu irmão prosperar e ter suas necessidades supridas e consegue alegrar-se honestamente por ele, sem sentir inveja e nem questionar Deus, enquanto suas próprias necessidades são enormes e sua situação é desesperadora, isso é morrar para o "eu". Quando você receber repreensão e correção de alguém abaixo de você, pode submeter-se com humildade interior e exteriormente, não permitindo que a rebelião e o ressentimento cresçam em seu coração, isso é morrer para o "eu".



(extraído - Homens e Mulheres - John MacArtur Jr. - Ed. Textus)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

A BOA, PERFEITA E AGRADÁVEL VONTADE DE DEUS

Comentei há alguns dias atrás nossa alegria de receber a informação que Luciana estaria grávida. Ficamos muito felizes com essa informação, pois queremos crescer nossa família com um terceiro filho. Compartilhei com muitos amigos e familiares sobre essa boa notícia. Porém escrever agora, não imprimi o mesmo sentimento, pois a gravidez foi interrompida no segundo mês de gestação. Uma pergunta fica: Até quando podemos compreender que a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável nessa circunstância? Para nós esse momento não nos agradou nem um pouco, mas penso que Deus nos revelou que independente de nossa vontade circunstancial não interfere no plano eterno de Deus para nós. Luciana está bem e em paz. E aceitamos diante de Deus o que Ele quiz fazer. Entendemos que Ele é o dom da vida, e por isso não está em nossa vontade querer o não, porém aceitar e obedecer. Estamos tristes sim, porém em paz. Esteja orando por nós.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

O CRISTÃO E O CARNAVAL


O dicionário Michaelis define carnaval como período de três dias de folia que precede a quarta-feira de cinzas, folguedo ou orgia. Comentaristas nas rádios e televisões alertam para o risco dos envolvimentos imorais sem os devidos “cuidados”, ironia essa preocupação. Esta semana ao ouvir uma radialista comentando sobre traição, disse: - “e cuide-se, pois nesses dias de carnaval você deve estar preparado para as traições comuns dessa época”.

Foi numa época de carnaval que em minha cidade natal, uma mãe tirou a vida de seu nenen porque ele atrapalharia sua diversão nos dias de carnaval. Sem contar o número altíssimo de homicídios, suicídios, infanticídios que ocorrerão nesses dias.

O Brasil em dias de carnaval se assemelha em muito às atitudes das nações pagãs da Bíblia. Portanto, devemos como cristãos atender, ouvir e aplicar as advertências, conselhos e ânimos que o Senhor dá em Sua Palavra.

1. Por isso, em dias de carnaval, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor, não toqueis em coisas impuras...; 2 Co. 6.17. Não se envolva com nenhuma programação carnavalesca, mesmo que seja assitir a um desfile pela televisão.


2. Em dias de carnaval, esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição. 1 Ts. 3.3. Não vejas, nem assitais em qualquer momento a algo que afete sua mente e coração que devem estar focados no Senhor.


3. Em dias de carnaval, resisti firmemente às artimanhas satânicas, tomando toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecei inabaláveis. Ef. 6.13.


4. e por último, em dias de carnaval, combatei o bom combate da fé. Tomai posse da vida eterna, para a qual também fostes chamados e fizestes a boa confissão perante muitas testemunhas.Querida igreja, a vocês que não puderam estar conosco em nosso retiro espiritual, minha oração é que Deus Pai, e o Senhor Jesus Cristo, os abençoe e guarde, e que ao nos reencontrarmos novamente depois dos dias de carnaval, nossos corações estejam guardados e alicerçados em santidade, pureza e amor em Cristo Jesus.
Que o Senhor os abençoe e guarde.


Pastor Darcy Sborowski Jr.

(pastor titular da Igreja Batista de Vila Mariana em São Paulo)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

SALMO 127.3 - FILHOS SÃO HERANÇA DO SENHOR

É com muita alegria que estamos anunciando a chegada do nosso terceiro filho. Tivemos a notícia há aproximadamente 30 dias e estamos muito felizes. Provavelmenre Luciana esteja no segundo mês de gestação. Ela está passando muito bem e certamente, se Deus assim permitir, estaremos sendo agraciados por essa vida que está chegando. Entendemos como família que filhos são projetos do Senhor em uma família. no Salmo 78 entendo que somos, como pais, enviadores de imagem e semelhança de Deus à uma geração que naturalmente não estaremos. Esse é um dos propósitos da criação, gerarmos novas imagens e semelhança de Deus para impactarem esse mundo com a verdade de Cristo Jesus, o evangelho. Portanto, peço que vocês estejam orando por nós, por mais essa nova jornada. Não é nada fácil, porém muito gratificante. Que Deus nos ajude!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

ESTATÍSTICAS E LISTAS DO ANO NOVO - ÊXODO 20.3-17


O ano novo invariavelmente nos leva a preparar uma lista de coisas que merecem nossa diligente atenção e busca. Sugiro que trabalhemos nas listas de dois homens que se foram antes de nós. As listas são acessíveis, 100% saudáveis e constantemente encorajadoras.


LISTA DE MOISÉS (êxodo 20.3-17)


- Nunca substitua o Senhor seu Deus por outros deuses.

- Nunca faça um ídolo de qualquer coisa ou pessoa.

- Não tome o nome do Senhor em vão. Ele é santo.

- Lembre-se de observar o descanso do sábado todas as semanas.

- Honre e respeite seus pais.

- Não mate ninguém por razão alguma.

- Nunca, jamais, cometa adultério.

- Não se aposse de coisas que não sejam suas.

- Nunca minta ou passe falsa uma impressão.

- Não cobice o cônjuge de outrem, seus bens ou pertences.


LISTA DE PEDRO (2 Pedro 1.5-8)


- Seja diligente.

- Não vacile em sua fé.

- Seja conhecido pela excelência moral inflexível.

- Aumente seu reservatório de conhecimento; continue aprendendo.

- Mantenha-se equilibrado; evite os extremos.

- PERSEVERE.

- Certifique-se de que sua santidade está livre de hipocrisia.

- Trate os outros com delicadeza, com cortesia.

- Deixe fluir seu amor cristão, fluir sempre.


Se você levar essas listas a sério, duas coisas são certas:

1) Você não será a mesma pessoa que era no ano passado;

2) Certamente não ficará entediado.