quarta-feira, 10 de julho de 2013

As ÚItimas Palavras de Davi - parte 1 - Paul Tripp

Pense comigo por um momento: se você estivesse em seu leito de morte, com seus filhos em pé ao seu redor, o que você diria? Se você soubesse que não podia afastar a morte, mas tivesse vitalidade suficiente para dizer algumas palavras finais, que palavras você escolheria?
Não consigo pensar em nenhuma palavra melhor do que os registrados para nós em 1 Reis 2:1-9.David está no final do seu reinado de quarenta anos, e sua morte é iminente. Ele traz seu filho Salomão, o futuro rei de Israel, para o lado dele e o enche com palavras de sabedoria.
Eu divido "as últimas palavras de Davi" em cinco artigos curtos, e nós vamos observar cada um ao longo das próximas cinco semanas. Como sempre, perguntas para reflexão são fornecidos com a Palavra de cada quarta-feira, se você quiser usar isso como um recurso para sua devoção pessoal ou de um grupo pequeno.

1. CONHEÇA SUA FONTE DE FORÇA

"Seja forte, e mostra-se um homem." (1 Reis 2.2)

Deixe-me dizer-lhe primeiro o que Davi não está dizendo: ". Certifique-se de bombar muito ferro, caçar e pescar, falar com uma voz grossa, e intimidar as pessoas" Essa primeira instrução não tem nada a ver com ser um "macho".
Definição de força e masculinidade de Davi tem tudo a ver com o Senhor. Davi era um homem que sabia onde a força era para ser encontrado. Ele era um rei que sabia onde estava a coragem de ser encontrado. Ele era um líder que sabia que a razão de ser decisivo. Mas nada de sua confiança estava em sua própria força.
Davi falou de Deus ser a sua força (Salmo 28:7), ele entendeu a teologia da força. O que é que a teologia da força está dizendo? Aqui está: como um filho de Deus, a sua força não está na qualidade de seu intelecto, ou a variedade de sua experiência, ou em seus músculos físicos, ou a força de sua personalidade. Sua força é encontrado no Senhor Todo-Poderoso, que fez o Seu filho.
Davi não só conhecia a teologia da força em sua cabeça, ele sabia por experiência. Este é o jovem que caminhava no vale de Elá, depois que o Exército de Israel, durante quarenta dias, teve medo, e disse: "O Senhor que me livrou das garras do leão e das garras do urso vai me livrará das mãos deste filisteu. " (1 Samuel 17:37).
Qual é a sua definição de força? Eu não estou falando sobre a definição de Merriam-Webster, quero dizer a definição de "rubber-bate-the-road". É a sua confiança definido por seus próprios sucessos e pontos fortes? Ou é a sua confiança moldada por seu potencial em Cristo Jesus?
Como Davi fala, ele quer saber onde verdadeira força de Salomão era encontrada. Os próximos quatro comandos de Davi não fará qualquer sentido a não ser que Salomão seja forte. E Davi quer seu filho para conhecer a verdadeira força.
Deus o abençoe,
Paul David Tripp

PERGUNTAS PARA REFLEXÃO

  1. Passe algum tempo à procura de passagens sobre a força. Os Salmos são um ótimo lugar para começar.
  2. Como a sua cultura define força? Como é que se chocam com a definição de força nas Escrituras?
  3. Quais são algumas de suas próprias forças? Você está sempre tentado confiar nas pessoas em vez de Cristo?
  4. Como você pode crescer em sua teologia prática de força?

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Um Artigo Sobre Namoro - Adolescentes e Jovens (extraído)

Série Adolescente Solteiro = Normal - Para os Pais, Mães e Responsáveis         


Um pai em minha congregação me perguntou que tipo de perguntas um pai deve fazer a um jovem (Não Adolescente) que deseje cortejar sua filha. Uma coisa é afirmar que os pais devem ser ativos na proteção de suas filhas, mas outra bem diferente é descobrir que tipo de questões específicas é adequado se fazer. Na posição de pai de duas jovens, agora casadas com segurança, e como um pastor que frequentemente dá conselhos aos jovens antes mesmo que anunciem seus interesses e intenções, compilei esta lista que, embora não seja definitiva, deve servir como uma lista de ideias para se começar:


  


 1. Fale-me sobre sua formação espiritual. Como você foi educado na igreja? Em que ponto sua experiência espiritual se tornou real para você? Alguma vez você teve um período de rebelião espiritual?

2. Qual foi a última vez em que você leu a Bíblia inteira ou pelo menos o Novo Testamento?

3. Você frequenta os cultos todos os domingos?

4. Descreva o casamento dos seus pais para mim. Quais as lições de valor que você aprendeu dos seus pais? [Em caso de divórcio ou outros problemas conjugais graves] O que você aprendeu desses problemas? O que você aprendeu a não fazer? [Em casos em que o pai injustiçava a mãe] O que você fazia para ajudar e encorajar sua mãe?

5. Como é o seu relacionamento com o seu pai? E com a sua mãe?

6. Se eu tivesse como ouvir uma conversa do dia-a-dia entre você e a sua mãe, você concordaria que esse seria exatamente o modo como você irá tratar minha filha daqui a dez anos? Se sim, por quê? Se não, por quê?

7. Quantos irmãos e irmãs você tem? Como você se relaciona com eles?

8. Que tipo de trabalhador você é?

9. Quantos trabalhos você já teve em sua vida inteira, e o que os seus chefes pensavam sobre você? Eles lamentaram você ter de sair ou agradeceram por você ter ido embora?

10. O que você crê que Deus está lhe chamando a fazer como vocação? Daqui a dez anos, o que você acredita que estará fazendo?

11. Que passos você está seguindo para alcançar esse objetivo?

12. Qual foi a sua média na faculdade? Como assim?

13. Quanto dinheiro você conseguiu no ano passado? Você paga suas contas em dia? Você tem alguma dívida acumulada?

14. Por favor, descreva a natureza de suas dívidas (empréstimos para pagar os estudos, carro, casa, cartões de crédito, ou gastos com sites pornôs).
15. Falando em sites pornôs, você tem algum problema com pornografia?

16. Se tiver, por favor, descreva a natureza e a extensão do problema. [É importante aqui que os pais distingam entre as lutas constantes que um jovem normal provavelmente enfrenta, e o tipo de comportamento obsessivo que indica problemas muito mais profundos, como o desprezo pelas mulheres, ou uma viciosa falta de autocontrole. O casamento deverá corrigir o primeiro tipo de problema “normal”, mas irá apenas exacerbar o segundo tipo de problema patológico].
17. Há algo em sua história sexual que eu precise saber? Um casamento arruinado? Ter vivido com uma garota dois anos antes de se tornar cristão? Viver com uma garota seis meses antes de se tornar cristão? Ter engravidado três garotas no colégio?

18. Você já participou, mesmo que apenas para experimentar ou por qualquer outro motivo, em qualquer perversão sexual? Homossexualismo? Molestar uma criança? Fazer sexo com animais?

19. Você já teve algum tipo de problema com a justiça?

20. Descreva minha filha para mim. Como você acha que ela é?

21. O que você acha mais atrativo nela? Você realmente acha que ela seria uma benção para você? Por que você acha que seria uma benção para ela?

Pastor Douglas Wilson - Reformed Churc Holland
Tradução: Márcio Santana Sobrinhofonte internet:monergismo 

terça-feira, 2 de julho de 2013

Em Que Mundo Criaremos Nossos Filhos? - extraído


EM QUE MUNDO CRIAREMOS NOSSOS FILHOS?
Hélder Cardin*

Escutei esta pergunta pela primeira vez há 15 anos. Eu a disse pela primeira vez há oito anos quando, já casado, conversava com minha esposa sobre termos filhos. Hoje, com 11 anos de casado e dois filhos na aljava, escuto o eco da dúvida na selvageria do mundo em que vivemos.
Um mundo que torce a verdade pela mentira; redefine princípios e valores em prol da mera conveniência pessoal; nega Deus e ridiculariza os que nele creem; exalta o ter em detrimento do ser; perverte a pureza sexual por uma pretensa liberdade de escolha; crê no acaso e diz não haver sentido na vida e na história e, por isso, cada um deve buscar seu próprio rumo; diz plantar liberdade, mas não colhe muito além de escravidão. Enfim, este é o mundo no qual já vivemos. Um mundo desesperançoso frente seu próprio relativismo e incapacidade para ajudar o ser humano a achar um rumo na vida.
Diante disso, a questão acima deveria ser: como educar nossos filhos a fim de sobreviverem a este mundo? Sobreviver. Esta é a palavra que pais, pastores e líderes de mocidades usam para se referirem ao jovem cristão que entrou na universidade e saiu de lá “ainda cristão”. Um jovem que sobreviveu às pressões e tentações, ofertas fáceis do pecado e tudo quanto o separa de Deus. Talvez não tenha saído ileso (como na maioria dos casos), mas saiu vivo.
O que fazer? Gostaria que a resposta fosse fácil de dar e praticar, mas não é. Entendo que precisamos ajudá-los: (1) a adquirirem um conhecimento pessoal de Deus a fim de terem sua própria fé, não apenas a “fé de seus pais”; (2) a se fundamentarem no conhecimento absoluto e prático da Palavra de Deus; (3) a entenderem seu papel no mundo bem como o sentido de suas vidas; (4) a terem situações reais de convívio com outros cristãos comprometidos com Cristo em suas vidas profissionais, afetivas, familiares, financeiras e eclesiásticas, para que vejam que é possível ser cristão e bem- sucedido.
Sucesso não conforme o mundo o define, mas nossos filhos precisam ver que podem ter uma vida bem-vivida, serem profissionalmente realizados, terem estabilidade emocional e serem moralmente santos, sem abandonarem os princípios e valores bíblicos. Não um pelo outro ou em detrimento do outro, mas um por causa do outro. O todo da vida por causa do compromisso com Deus, e este compromisso norteando o todo da vida no mundo. Tudo isso pela ótica bíblica. Uma ótica que nos diz que antes de alguém ser advogado, engenheiro, pastor ou professor, ele é cristão. Cristão médico, cristã professora.
Em que mundo, então, criaremos nossos filhos? Naquele, inclusive, em que hoje estivermos espelhando a transformação conforme o caráter de Cristo e os princípios eternos da Palavra de Deus.


Hélder Cardin* Coordenador da graduação do Seminário Bíblico Palavra da Vida. Mestre em Teologia Pastoral pelo Centro de Pós-graduação Andrew Jumper 

terça-feira, 25 de junho de 2013

Acesse o link e leia este artigo

http://paicristao.blogspot.com.br/2013/06/pai-posso-ir-manifestar.html

CARTA ABERTA - Programa Hernandes Dias Lopes na Televisão

Aos meus irmãos e seguidores do meu blog.

Estou postando esta carta aberta, para solicitar a sua leitura e reflexão sobre o pedido abaixo. Acredito que se conseguirmos formar uma parceria, ajudaremos a veiculação deste programa que tem abençoado vidas por todo o Brasil. Embora, nesta carta abaixo, apresente o valor a ser conseguido, você pode contribuir com qualquer quantia mensal. Faço este desafio para você, de ser um instrumento e colaborador do progresso da mensagem do evangelho neste projeto.

Que Deus o abençoe ricamente.


São Paulo, 24 de junho de 2013

Prezado amigo e irmão,

Deus tem aberto portas para a proclamação do evangelho em nossa nação através das mídias de massa. Infelizmente, a maioria dos programas veiculados não anunciam o evangelho de Cristo, mas um outro evangelho. Sentimos o peso dessa responsabilidade e não queremos nos omitir. Mas, para conseguirmos fazer esse trabalho precisamos de parceria e ajuda. Por essa razão, a Igreja Presbiteriana de Pinheiros, por meio de sua Junta Missionária, resolveu interromper o contrato que tinha com a CNT, com o programa Conexão com Deus, e dar um passo de fé, buscando veicular a mensagem do evangelho por uma emissora em cadeia nacional. O pregador oficial do programa é o Rev. Hernandes Dias Lopes. Uma porta foi aberta para nós na Rede TV, aos sábados, das 08.15 às 08.30h, no mesmo horário que era veiculado o programa Verdade e Vida. Há um clamor geral das igrejas presbiterianas e outras co-irmãs que eram assíduas na assistência ao Verdade e Vida. Nosso propósito é resgatar esse público que já estava consolidado. O custo de veiculação do programa está em torno de R$ 60.000,00 + 6.000,00 de produção. O custo total atinge o valor de 66.000,00. Para aproveitarmos esse horário e colocarmos o programa no ar, precisaremos de ajuda, de patrocinadores, de cooperação de irmãos e igrejas. Conclamo você a abraçar esse projeto e mobilizar sua igreja e nos ajudar nessa bendita e urgente empreitada. Entre no site e se cadastre: http://www.jmpinheiros.com.br/ Fale também com a nossa secretaria: (11) 3814-2858. Com o compromisso de sermos inteiramente transparentes na prestação de contas, disponibilizaremos no site um relatório mensal dos valores arrecadados e sua devida aplicação. Nosso objetivo é não comercializarmos produtos na transmissão dos programas. Por favor orem por nós e nos ajude a levar a Palavra de Deus à nação brasileira. Que Deu seja glorificado nesse projeto!

Um abraço fraterno,

Rev. Arival Dias Casemiro
Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Filhos - Herança do Senhor - Salmo 127

Filhos não são nossos. O Salmo 127 nos relata que filhos são heranças do Senhor. Herança é algo que nos dão, não por mérito, mas por amor. Deus em sua manifestação de amor por nós, nos deu estes filhos queridos. Deus é quem gera vida. Filhos não devem ser vistos como uma perturbação, mas uma benção. Filho não toma seu tempo, até porque o tempo também não é seu. Filhos nos dão honra e respeito. Como criá-los? Obedeça quem os criou, pois, somente quem os criou é capaz de revelar (em Sua Palavra) tudo, para que nós, pais, nos tornemos habilitados para tê-los. Estes três aí são minha herança, meu bem maior. Daqui um tempo, serão lançados num tempo, onde provavelmente eu não tenha mais o tempo. E no mundo como estarão? Da mesma forma que chegaram, protegidos, vigiados e vividos, diante do seu Criador. E finalmente, os lançarei, não para um mundo melhor, mas melhores filhos que o mundo poderá ter, em Cristo. Humanamente e saudosamente falando, como eu gostaria de ter o meu pai Darcy Sborowski, neste tempo. Seria maravilhoso, tanto para mim, como para eles. Fica aqui pai Darcy, o seu legado honrado. A Deus toda a glória e todo o louvor.






quinta-feira, 20 de junho de 2013

Por que Jesus teve de morrer?

Olhando para estes versos abaixo, percebemos que não temos mérito algum no resgate de Deus, por intermédio de Cristo para a salvação de nossa alma. Ao ler estes versículos, reflita o quanto temos negligenciado, logo nas primeiras horas da manhã do nosso dia, o que deveria ser a maior motivação do nosso viver.

Jesus morreu para:

1) (Jesus) a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos (Romanos 3.25)

2) Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados (1 João 4.10)

3) Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio em nosso lugar (Gálatas 3.13)

Que Deus nos traga esta satisfação e gratidão pelo que ELE fez por nós.