Sobre nossos filhos - Salmo 127
"É tão fácil perder o foco do fato que esses são filhos de Deus. Eles não pertencem a nós. Eles não nos são dados para nos trazer gloria, mas a Ele. Nossos filhos são dele, eles existem por ele, e a glória da vida deles apontam para ele. Nós somos somente agentes para efetuar os planos Dele."
terça-feira, 3 de setembro de 2013
A Humildade de Cristo em nós - A. W. Tozer
A. W. Tozer:
"Deus pode permitir que os demais sejam grandes, mas você deve continuar sendo pequeno; Deus permitirá que outros trabalhem para Ele e ganhem fama, porém fará com que você trabalhe e se desgaste sem que nem mesmo saiba quanto está fazendo. Depois, para que seu trabalho seja ainda mais valioso, permitirá que outros recebam o crédito pelo que você faz, com o fim de lhe ensinar a mensagem da cruz: a humildade é algo do que significa participar de Sua natureza."
terça-feira, 27 de agosto de 2013
André e Cristiane - Semeadores da Missão Evangélica Semear
A Missão Evangélica Semear, com gratidão a Deus, recebe em sua equipe um jovem casal que atuará como colaboradores e palestrantes. Cristãos e, por muitos anos, membros da Igreja Presbiteriana de Araraquara.
Atualmente residem em São José dos Campos - SP, e estarão envolvidos com nosso blog, periodicamente, escrevendo alguns artigos para leitura e aprendizado. Sejam bem vindos amados irmãos!
André Luis Quishida é diácono da Igreja Presbiteriana do Brasil e desde 2010 realiza palestras sobre Economia familiar à luz das Escrituras para casais e jovens. Bacharel em Ciências Econômicas pela UNESP (Universidade Estadual Paulista – Câmpus Araraquara), atua profissionalmente como Gestor de Projetos, administrando Contratos de grande porte para o Mercado nacional e internacional. Atualmente trabalha como Administrador de Contratos de Suprimentos da Embraer Defesa e Segurança. É casado com Cristiane C. Costa Quishida, Cirurgiã-Dentista, Especialista, Mestre e Doutora em Reabilitação Oral com ênfase em Prótese Dentária pela UNESP (Universidade Estadual Paulista – Câmpus Araraquara). Juntos, atuam desde 2009 com o ministério de Jovens Casais.
Pelo Reino,
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Avaliando com a Bíblia a visita e pronunciamento do papa Francisco - por Solano Portela
NOTA: Sermão pregado na Igreja
Presbiteriana de Santo Amaro em 28.07.2013, baseado em um texto meu
anteriormente postado no BLOG, atualizado para o contexto da visita do Papa ao
Brasil, no final de julho de 2013.
Leitura: Mateus 9.35-38
E percorria Jesus
todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do
reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades.Vendo ele as multidões,
compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustascomo ovelhas que não
têm pastor. E,
então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade, é grande, mas os
trabalhadores são poucos. Rogai,
pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.
Introdução:
Certamente temos visto multidões,
idosos e jovens, enfrentando a chuva, a lama, o frio, a ausência de transporte,
a insegurança das cidades, para ver o Papa em sua visita ao Brasil, que começou
na segunda-feira, 22.07.2013, e se estende até o último domingo do mês. A mídia
tem divulgado a visita com tanta intensidade, que se você estava neste planeta,
nestas últimas semanas, não pode ter ignorado a presença do Papa no Brasil. Por
exemplo, a revista semanal de maior circulação e repercussão (VEJA) trouxe
reportagens de capa sobre o acontecimento em duas semanas seguidas. Como
avaliar a pessoa do Papa, a sua visita e os seus pronunciamentos? Como entender
as expressões de fé e devoção encontradas nos olhares das multidões? O texto de
Mateus 9.35-38 fala de multidões às quais não faltava religiosidade! Ao lado da
curiosidade, havia devoção, ensino dogmático, religião, mas eram ovelhas
"que não tinham pastor"! A sinceridade, mesmo presente, não era
passaporte para a verdade! E o pastor de que se fala no texto, é um só - Cristo
Jesus, fora do qual não há salvação. Quem é o Papa atual?
O cardeal argentino, Jorge Mario
Bergoglio foi escolhido Papa (e assumiu o nome de Francisco) em um dia
considerado por muitos “cabalístico” (13.03.13). Havia uma expectativa
em muitas pessoas e na mídia de que o novo líder da Igreja Católica fosse um
Papa “progressista”. Estes se espantaram com a sua posição em relação à união
de gays; à questão do homossexualismo, que hoje em dia é propagada como
“apenas” uma opção sexual; e sobre o aborto. Ele é contra, ponto final! Alguns
católicos se espantaram porque ele não colocou, de início, o
envolvimento social como prioridade máxima da Igreja. Em vez disso,
contrariou a mensagem que tem soado renitentemente ao longo das quatro últimas
décadas, especialmente em terras brasileiras, proclamada pelos politizados
“teólogos da libertação”, ou da natimorta “teologia pública”. Ele aparentou
priorizar as questões espirituais!
Desde o início do seu “Papado” certas
declarações chamaram a atenção, também, dos evangélicos. Por exemplo, ele disse
que a missão da Igreja é difundir a mensagem de Jesus Cristo pelo
mundo. Na realidade, ele foi mais enfático ainda e afirmou que se esse
não for o foco principal, a Instituição da Igreja Católica Romana tende a se
transformar em uma “ONG beneficente”, mas sem relevância
maior à saúde espiritual das pessoas! Depois, o viés mudou um pouco,
especialmente nesta visita ao Brasil. A ênfase passou para uma postura de vida
ascética e humilde, demonstrando uma frugalidade que, em uma era de opulência,
corrupção, apropriação de valores alheios e desprezo pelos valores reais da
vida, também soa saudável e pertinente!
Ei! Disseram alguns evangélicos – essa é a nossa mensagem!!
Bom, não seria a primeira vez na
história que um prelado católico reconhece que a Igreja tem estado equivocada
em seus caminhos e mensagem. Já houve um monge agostiniano que, estudando a
Bíblia, verificou que tinha que retornar às bases das Escrituras e
reavivar a missão da igreja na proclamação do evangelho, libertando-a de
penduricalhos humanos absorvidos através de séculos de tradição. Estes possuíam
apenas características místicas, mas nenhuma contribuição espiritual e de vida
que fosse real às pessoas. Assim foi disparado o movimento que ficou conhecido
na história como a Reforma do Século 16, com as mensagens, escritos
e ações de Martinho Lutero, em 1517. Lutero foi seguido por muitos outros
reformadores, que se apegaram à Bíblia como regra de fé e prática.
Será que estamos testemunhando
uma “segunda reforma” dentro da Igreja Católica? Se
algumas dessas declarações do Papa Francisco forem levadas a sério, por ele
próprio e por seus seguidores, vai ser uma revolução. Mas é importante lembrar,
entretanto, que proclamar a mensagem de Jesus Cristo é algo bem
abrangente e sério. Existem implicações definidas e explícitas nessa frase.
E a questão que não quer calar é: será que a Igreja Católica está disposta a se
definir com coragem em pelo menos nessas cinco áreas
cruciais? Examinemos uma a uma.
1. AS ESCRITURAS: Rejeitar apêndices
aos livros inspirados das Escrituras. Ou seja, assumir lealdade apenas às
Escrituras Sagradas, rejeitando os chamados livros apócrifos.Proclamar as
palavras de Jesus, nesta área, é aceitar tão somente o que ele aceitou.
Em Lucas 24.44, Jesus referiu-se às Escrituras disponíveis antes dos livros do
Novo Testamento, como “A Lei de Moisés, Os Profetas e Os Salmos” – essa era
exatamente a forma da época de se referir às Escrituras que formam o Antigo
Testamento, em três divisões específicas (Pentateuco, livros históricos e
proféticos e livros poéticos) compreendendo, no total, 39 livros.
Representam os livros inspirados aceitos até hoje pelo cristianismo histórico,
abraçado pelos evangélicos, bem como pelos Judeus de então e da atualidade. Ou
seja, nenhuma menção ou aceitação dos livros apócrifos, não
inspirados, que foram inseridos 400 anos depois de Cristo, quando Jerônimo
editou a tradução em Latim da Bíblia – a Vulgata Latina[1].
Evangélicos e católicos concordam quanto aos 27 livros do Novo Testamento, mas
essas adições à Palavra são responsáveis pela introdução de diversas doutrinas
estranhas, que nunca foram ensinadas ou abraçadas por Jesus e pelos apóstolos.
Além disso, na Igreja Católica, a própria TRADIÇÃO tem força normativa igual à
Bíblia. Proclamar a palavra de Jesus ao mundo começa
com a aceitação das Escrituras do Antigo e Novo Testamento, e elas
somente, como fonte de conhecimento religioso e regra de fé e prática. Se não
nos atemos a conhecer as Escrituras verdadeiras, caímos em erro, como alerta
Jesus a alguns religiosos do seu tempo, que apesar de citarem as Escrituras, se
apegavam mais às tradições do que à Palavra de Deus: “Não provém o
vosso erro de não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus?” (Marcos
12.24). O livro do Apocalipse, no final da Bíblia, traz palavras duras
tanto para subtrações como para ADIÇÕES às Escrituras: (22.18) “Eu,
a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se
alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os
flagelos escritos neste livro; (22.19) e, se alguém
tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua
parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas
neste livro”.
2. A MEDIAÇÃO COM DEUS: Rejeitar a
mediação de qualquer outro (ou outra) entre Deus e as Pessoas, que não seja o próprio Cristo. Não acatar a mediação de Maria, e muito
menos a designação dela como co-redentora, lembrando que o ensino da palavra é
o de que “há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo
Jesus, homem” (1 Timóteo 2.5). Na realidade, a Igreja precisa obedecer
até à própria Maria, que ensinou: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (João
2.5); e Ele nos diz: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém
vem ao pai, senão por mim” (João 14.6). Foi um momento
revelador da dificuldade que o Papa tem na aderência a essa mensagem da Bíblia,
observar sua homilia pública (angelus) de 17.03.2013. Após falar várias
coisas importantes e bíblicas sobre perdão e misericórdia divina, finalizou
dizendo: “procuremos a intercessão de Maria”... Ouvimos as
próprias palavras do Papa: “No dia seguinte à minha eleição como Bispo
de Roma fui visitar a Basílica de Santa Maria Maior, para confiar a Nossa
Senhora o meu ministério de Sucessor de Pedro”.[2] Em
Aparecida, nesta visita ao Brasil, ele também disse: “Hoje, eu quis vir
aqui para suplicar à Maria, nossa Mãe, o bom êxito da Jornada Mundial da
Juventude e colocar aos seus pés a vida do povo latino-americano”. “Que Deus os
abençoe e Nossa Senhora Aparecida cuide de você”. Não é assim que irá
proclamar a palavra de Jesus ao mundo, pois precisa apresentá-lo como único e
exclusivo mediador; nosso advogado; aquele que pleiteia e defende a nossa causa
perante o tribunal divino. Para o Papa, “a Igreja sai em missão sempre
na esteira de Maria”, mas o Povo de Deus sabe, que a igreja verdadeira
segue a vontade de Deus, expressa em Sua Palavra.
3. O CULTO ÀS IMAGENS: Rejeitar as
imagens e o panteão de santos composto por vários personagens
que também são alvo de adoração e devoção devidas somente a Cristo. Essa
característica da Igreja Católica está relacionada com a utilização de imagens
de escultura, como objeto de adoração e veneração; e também precisaria ser
rejeitada.[3] Ela
contraria o segundo mandamento e desvia os olhos dos fiéis daquele que é o
“autor e consumador da fé - Jesus” (Hebreus 12.2). Proclamar a
palavra de Jesus ao mundo significa abandonar a prática espúria e humana
da canonização de mortais comuns, pecadores como eu e você, em complexos, mas
inúteis processos eclesiásticos, que não têm o poder de aferir ou atribuir
poderes especiais a esses santos. Proclamar a mensagem de Jesus,
seria abandonar a adoração e devoção à “Nossa Senhora Aparecida” e a tantas
outras “Nossas Senhoras” e ídolos que integram a religião Católico-Romana.
Vejam o que nos diz a Bíblia:
Salmo:
115.3 No céu está o nosso Deus e
tudo faz como lhe agrada.
115.4 Prata e ouro são os ídolos
deles, obra das mãos de homens.
115.5 Têm boca e não falam; têm
olhos e não vêem;
115.6 têm ouvidos e não ouvem; têm
nariz e não cheiram.
115.7 Suas mãos não apalpam; seus
pés não andam; som nenhum lhes sai da garganta.
115.8 Tornem-se semelhantes a eles
os que os fazem e quantos neles confiam.
115.9 Israel confia no SENHOR; ele
é o seu amparo e o seu escudo.
Habacuque
2.18 Que aproveita o ídolo, visto
que o seu artífice o esculpiu? E a imagem de fundição, mestra de mentiras, para
que o artífice confie na obra, fazendo ídolos mudos?
Jeremias
10.3 Porque os costumes dos povos
são vaidade; pois cortam do bosque um
madeiro, obra das mãos do artífice,
com machado;
10.4 com prata e ouro o enfeitam,
com pregos e martelos o fixam, para que não oscile.
10.5 Os ídolos são como um
espantalho em pepinal e não podem falar;necessitam de quem os leve,
porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, e não está neles o fazer o bem.
4. O DESTINO DAS PESSOAS: Rejeitar o
ensino de que existe um estado pós-morte que proporciona uma “segunda chance”
às pessoas. A doutrina do purgatório não tem base bíblica e
surgiu exatamente dos livros conhecidos como apócrifos (em 2 Macabeus 12.45),
sendo formalizada apenas nos Concílios de Lyon e Florença, em 1439. Mas Jesus e
a Bíblia ensinam que existem apenas dois destinos que esperam
as pessoas, após a morte: Estar na glória com o Criador – salvos pela graça
infinita de Deus (Lucas 23.43 – “Em verdade te digo que hoje estarás
comigo no paraíso” – e Atos 15.11 - “fomos salvos pela graça do Senhor Jesus”), ou
na morte eterna (Mateus 23.33 – “Serpentes,
raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?”), como
consequência dos nossos próprios pecados. Proclamar a palavra de
Jesus ao mundo é alertar as pessoas sobre a inevitabilidade da
morte eterna, pregando o evangelho do arrependimento e a boa nova da salvação
através de Cristo, sem iludir os fiéis com falsos destinos.
5. AS REZAS: Rejeitar os “mantras”
religiosos, que são proferidos como se tivessem validade
intrínseca, como fortalecimento progressivo pela repetibilidade. É o próprio
Jesus que nos ensinou, em Mateus 6.7: “... orando, não useis de
vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão
ouvidos”. É simplesmente incrível como a ficha não tem caído na Igreja
Católica, ao longo dos séculos e, mesmo com uma declaração tão clara contra as
repetições, da parte de Cristo, as rezas, rosários, novenas, sinais da cruz
etc. são promovidos e apresentados como sinais de espiritualidade ou
motivadores de ação divina àqueles que os repetem. Proclamar a
palavra de Jesus ao mundo é dirigir-se ao Pai como ele ensina, em
nome do próprio Jesus, no poder do Espírito Santo, abrindo o nosso coração
perante o trono de graça (Filipenses 4.6: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas,
diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de
graças”).
Conclusão:
Assim, enquanto acompanhamos a
visita, é verdade que podemos admirar a coragem deste homem, Jorge Bergoglio,
que tem se pronunciado claramente contra alguns pecados aberrantes que estão
destruindo a família e a sociedade. No entanto, muito falta para que a Palavra
de Deus e os ensinamentos de Jesus façam parte real de sua mensagem e de uma
igreja transformada pelo poder do Espírito Santo – como vimos em cada uma dessas
áreas mencionadas (e em outras, também).
Em toda essa situação, podemos
aprender algumas coisas: (1) Pedir a Deus que dê forças às nossas lideranças
evangélicas, e a nós mesmos, para termos intrepidez no interpelar de
governantes e da mídia, quando promovem leis e comportamentos que contradizem
totalmente os princípios que Deus delineia em Sua Palavra. Estes princípios
sempre são os melhores para o bem da humanidade, na qual o povo de Deus
(incluindo nossos filhos e netos) está inserido. (2) Exercitar cautela em nossa
apreciação e entusiasmo das ações e palavras do Papa – a idolatria e diminuição
da intermediação de Cristo continuam bem presentes em sua visão religiosa e na
Igreja que o tem como líder. Envolvimentos de evangélicos nessas celebrações são
totalmente desprovidas de base bíblica - representam um descaso por essas
profundas diferenças doutrinárias que representam a diferença entre a vida e a
morte espiritual das pessoas. (3) Clamar a Deus por misericórdia e salvação
real para o nosso povo e para a nossa terra. Como é triste em ver tantos olhos
e esperanças fixados em santos, mitos, misticismo e na pessoa humana, em vez de
no Deus único soberano. O Deus da Bíblia é a esperança de nossas vidas. É ele
que nos alcança e nos fala em Cristo Jesus, pelo poder do Espírito Santo. Esse
nosso Deus é real e eterno e não temporal como o Papa.
Solano Portela
extraído
quarta-feira, 10 de julho de 2013
As ÚItimas Palavras de Davi - parte 1 - Paul Tripp
Pense comigo por um momento: se você estivesse em seu leito de morte, com seus filhos em pé ao seu redor, o que você diria? Se você soubesse que não podia afastar a morte, mas tivesse vitalidade suficiente para dizer algumas palavras finais, que palavras você escolheria?
Não consigo pensar em nenhuma palavra melhor do que os registrados para nós em 1 Reis 2:1-9.David está no final do seu reinado de quarenta anos, e sua morte é iminente. Ele traz seu filho Salomão, o futuro rei de Israel, para o lado dele e o enche com palavras de sabedoria.
Eu divido "as últimas palavras de Davi" em cinco artigos curtos, e nós vamos observar cada um ao longo das próximas cinco semanas. Como sempre, perguntas para reflexão são fornecidos com a Palavra de cada quarta-feira, se você quiser usar isso como um recurso para sua devoção pessoal ou de um grupo pequeno.
1. CONHEÇA SUA FONTE DE FORÇA
"Seja forte, e mostra-se um homem." (1 Reis 2.2)
Deixe-me dizer-lhe primeiro o que Davi não está dizendo: ". Certifique-se de bombar muito ferro, caçar e pescar, falar com uma voz grossa, e intimidar as pessoas" Essa primeira instrução não tem nada a ver com ser um "macho".
Definição de força e masculinidade de Davi tem tudo a ver com o Senhor. Davi era um homem que sabia onde a força era para ser encontrado. Ele era um rei que sabia onde estava a coragem de ser encontrado. Ele era um líder que sabia que a razão de ser decisivo. Mas nada de sua confiança estava em sua própria força.
Davi falou de Deus ser a sua força (Salmo 28:7), ele entendeu a teologia da força. O que é que a teologia da força está dizendo? Aqui está: como um filho de Deus, a sua força não está na qualidade de seu intelecto, ou a variedade de sua experiência, ou em seus músculos físicos, ou a força de sua personalidade. Sua força é encontrado no Senhor Todo-Poderoso, que fez o Seu filho.
Davi não só conhecia a teologia da força em sua cabeça, ele sabia por experiência. Este é o jovem que caminhava no vale de Elá, depois que o Exército de Israel, durante quarenta dias, teve medo, e disse: "O Senhor que me livrou das garras do leão e das garras do urso vai me livrará das mãos deste filisteu. " (1 Samuel 17:37).
Qual é a sua definição de força? Eu não estou falando sobre a definição de Merriam-Webster, quero dizer a definição de "rubber-bate-the-road". É a sua confiança definido por seus próprios sucessos e pontos fortes? Ou é a sua confiança moldada por seu potencial em Cristo Jesus?
Como Davi fala, ele quer saber onde verdadeira força de Salomão era encontrada. Os próximos quatro comandos de Davi não fará qualquer sentido a não ser que Salomão seja forte. E Davi quer seu filho para conhecer a verdadeira força.
Deus o abençoe,
Paul David Tripp
PERGUNTAS PARA REFLEXÃO
- Passe algum tempo à procura de passagens sobre a força. Os Salmos são um ótimo lugar para começar.
- Como a sua cultura define força? Como é que se chocam com a definição de força nas Escrituras?
- Quais são algumas de suas próprias forças? Você está sempre tentado confiar nas pessoas em vez de Cristo?
- Como você pode crescer em sua teologia prática de força?
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Um Artigo Sobre Namoro - Adolescentes e Jovens (extraído)
Série Adolescente Solteiro = Normal - Para os Pais, Mães e Responsáveis
Um pai em minha congregação me perguntou que tipo de perguntas um pai deve fazer a um jovem (Não Adolescente) que deseje cortejar sua filha. Uma coisa é afirmar que os pais devem ser ativos na proteção de suas filhas, mas outra bem diferente é descobrir que tipo de questões específicas é adequado se fazer. Na posição de pai de duas jovens, agora casadas com segurança, e como um pastor que frequentemente dá conselhos aos jovens antes mesmo que anunciem seus interesses e intenções, compilei esta lista que, embora não seja definitiva, deve servir como uma lista de ideias para se começar:
1. Fale-me sobre sua formação espiritual. Como você foi educado na igreja? Em que ponto sua experiência espiritual se tornou real para você? Alguma vez você teve um período de rebelião espiritual?
2. Qual foi a última vez em que você leu a Bíblia inteira ou pelo menos o Novo Testamento?
3. Você frequenta os cultos todos os domingos?
4. Descreva o casamento dos seus pais para mim. Quais as lições de valor que você aprendeu dos seus pais? [Em caso de divórcio ou outros problemas conjugais graves] O que você aprendeu desses problemas? O que você aprendeu a não fazer? [Em casos em que o pai injustiçava a mãe] O que você fazia para ajudar e encorajar sua mãe?
5. Como é o seu relacionamento com o seu pai? E com a sua mãe?
6. Se eu tivesse como ouvir uma conversa do dia-a-dia entre você e a sua mãe, você concordaria que esse seria exatamente o modo como você irá tratar minha filha daqui a dez anos? Se sim, por quê? Se não, por quê?
7. Quantos irmãos e irmãs você tem? Como você se relaciona com eles?
8. Que tipo de trabalhador você é?
9. Quantos trabalhos você já teve em sua vida inteira, e o que os seus chefes pensavam sobre você? Eles lamentaram você ter de sair ou agradeceram por você ter ido embora?
10. O que você crê que Deus está lhe chamando a fazer como vocação? Daqui a dez anos, o que você acredita que estará fazendo?
11. Que passos você está seguindo para alcançar esse objetivo?
12. Qual foi a sua média na faculdade? Como assim?
13. Quanto dinheiro você conseguiu no ano passado? Você paga suas contas em dia? Você tem alguma dívida acumulada?
14. Por favor, descreva a natureza de suas dívidas (empréstimos para pagar os estudos, carro, casa, cartões de crédito, ou gastos com sites pornôs).
15. Falando em sites pornôs, você tem algum problema com pornografia?
16. Se tiver, por favor, descreva a natureza e a extensão do problema. [É importante aqui que os pais distingam entre as lutas constantes que um jovem normal provavelmente enfrenta, e o tipo de comportamento obsessivo que indica problemas muito mais profundos, como o desprezo pelas mulheres, ou uma viciosa falta de autocontrole. O casamento deverá corrigir o primeiro tipo de problema “normal”, mas irá apenas exacerbar o segundo tipo de problema patológico].
17. Há algo em sua história sexual que eu precise saber? Um casamento arruinado? Ter vivido com uma garota dois anos antes de se tornar cristão? Viver com uma garota seis meses antes de se tornar cristão? Ter engravidado três garotas no colégio?
18. Você já participou, mesmo que apenas para experimentar ou por qualquer outro motivo, em qualquer perversão sexual? Homossexualismo? Molestar uma criança? Fazer sexo com animais?
19. Você já teve algum tipo de problema com a justiça?
20. Descreva minha filha para mim. Como você acha que ela é?
21. O que você acha mais atrativo nela? Você realmente acha que ela seria uma benção para você? Por que você acha que seria uma benção para ela?
Pastor Douglas Wilson - Reformed Churc HollandTradução: Márcio Santana Sobrinhofonte internet:monergismo
terça-feira, 2 de julho de 2013
Em Que Mundo Criaremos Nossos Filhos? - extraído
EM QUE MUNDO CRIAREMOS NOSSOS FILHOS?
Hélder Cardin*
Escutei esta pergunta pela primeira vez há 15 anos. Eu a disse pela primeira vez
há oito anos quando, já casado, conversava com minha esposa sobre termos filhos. Hoje,
com 11 anos de casado e dois filhos na aljava, escuto o eco da dúvida na selvageria do
mundo em que vivemos.
Um mundo que torce a verdade pela mentira; redefine princípios e valores em prol
da mera conveniência pessoal; nega Deus e ridiculariza os que nele creem; exalta o ter
em detrimento do ser; perverte a pureza sexual por uma pretensa liberdade de escolha;
crê no acaso e diz não haver sentido na vida e na história e, por isso, cada um deve
buscar seu próprio rumo; diz plantar liberdade, mas não colhe muito além de escravidão.
Enfim, este é o mundo no qual já vivemos. Um mundo desesperançoso frente seu próprio
relativismo e incapacidade para ajudar o ser humano a achar um rumo na vida.
Diante disso, a questão acima deveria ser: como educar nossos filhos a fim de
sobreviverem a este mundo? Sobreviver. Esta é a palavra que pais, pastores e líderes de
mocidades usam para se referirem ao jovem cristão que entrou na universidade e saiu de
lá “ainda cristão”. Um jovem que sobreviveu às pressões e tentações, ofertas fáceis do
pecado e tudo quanto o separa de Deus. Talvez não tenha saído ileso (como na maioria
dos casos), mas saiu vivo.
O que fazer? Gostaria que a resposta fosse fácil de dar e praticar, mas não é.
Entendo que precisamos ajudá-los: (1) a adquirirem um conhecimento pessoal de Deus a
fim de terem sua própria fé, não apenas a “fé de seus pais”; (2) a se fundamentarem no
conhecimento absoluto e prático da Palavra de Deus; (3) a entenderem seu papel no
mundo bem como o sentido de suas vidas; (4) a terem situações reais de convívio com
outros cristãos comprometidos com Cristo em suas vidas profissionais, afetivas,
familiares, financeiras e eclesiásticas, para que vejam que é possível ser cristão e bem-
sucedido.
Sucesso não conforme o mundo o define, mas nossos filhos precisam ver que
podem ter uma vida bem-vivida, serem profissionalmente realizados, terem estabilidade
emocional e serem moralmente santos, sem abandonarem os princípios e valores
bíblicos. Não um pelo outro ou em detrimento do outro, mas um por causa do outro. O
todo da vida por causa do compromisso com Deus, e este compromisso norteando o todo
da vida no mundo. Tudo isso pela ótica bíblica. Uma ótica que nos diz que antes de
alguém ser advogado, engenheiro, pastor ou professor, ele é cristão. Cristão médico,
cristã professora.
Em que mundo, então, criaremos nossos filhos? Naquele, inclusive, em que hoje
estivermos espelhando a transformação conforme o caráter de Cristo e os princípios
eternos da Palavra de Deus.
Hélder Cardin* Coordenador da graduação do Seminário Bíblico Palavra da Vida. Mestre em Teologia Pastoral pelo Centro de Pós-graduação Andrew Jumper
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